terça-feira, maio 20, 2008

PORQUE EU SOU INVEJOSA

Daí eu tava lendo o blog da Gabi sobre quando ela viu Indiana Jones pela primeira vez e se apaixonou por ele, aos 11 anos de idade em 1989, vendo "Indiana Jones e a Última Cruzada". Inclusive foi seu primeiro amor cinematográfico. Bom, meu primeiro amor não foi o Indiana Jones e sim o Superman (a.k.a. Christopher Reeve). Precoce, com meus 6 aninhos, passei a achar que um dia ele ia surgir na minha janela e me levar pra escola voando (eu tinha 6 anos!).
Mas achei curioso ela ter sido apresentada ao Indy com 11 anos, pois me toquei que eu também conheci o o arqueólogo mais foda do mundo com 11 anos. Tudo bem que foi em 1984, um "pouquinho" antes, mas eu estava com exatamente 11 anos! Então achei pertinente (que lindo, hein?) também escrever tooooooodo um post sobre quando vi Indiana Jones pela primeira vez no cinema, já que sou invejosa.
Na verdade eu não podia ter assistido no cinema, existia censura na época. O filme era permitido apenas aos maiores de 14 anos, porque o Lucas e o Spielberg resolveram me sacanear, e fizeram um filme um pouco mais violento. Mas, minha querida mamãe, do alto de sua sabedoria, sabia que nada ali poderia assustar uma jovenzinha de 11 anos. Assim, me pegou pela mão e lá fomos nós ao Roxy ver "Indiana Jones e o Templo da Perdição". Depois de muitos minutos tentando convencer que eu tinha 14 anos (bom, se hoje na casa dos 30 tenho cara de 20 e pouco, imaginem 20 quilos mais magra e com 11?) e bla, bla, bla, bla o porteirinho cansou e entramos.
Maravilhada por ver um filme de 14 anos no cinema e com o aval da minha mãe, não me contia de vontade de correr e contar pra toooooodas as minhas amigas. O que eu não sabia era que aquilo não era nada perto do filme mais empolgante, um pouco violento e eca! eles comem cerebro de macaco, que eu já vi! Claro que ver um homem tentar arrancar o coração do Indiana Jones com as mãos não me deixou dormir por alguns dias, mas e daí? Pelo menos eu tinha conseguido ver no cinema o filme de aventura mais legal que eu já tinha visto em muito tempo!
hmmmm, perai, eu vi "O Retorno de Jedi" em 81 no cinema...
Mas que me empolgou muito, empolgou! E até hoje também adoro o Indiana Jones, por isso já sei que amanhã vou chorar como se tivesse 11 anos de novo, vendo o Harrison Ford vestido com roupas caqui, o famoso chapéu e o chicote! (pena que não vou com a Gabi...)
Beijoatéamanhãnocinema \o/

Marcadores: , , ,

quinta-feira, maio 15, 2008

FILHA DE PEIXE...

Rosália, minha mãe, é uma flor de formosura, assim que nem eu.
Hoje, no trabalho, ela recebeu um telefonema de Portugal:

Rosália: Professora, estão ligando de Portugal para falar com a senhora.
Professora: Mas a pessoa fala português?
Rosália: Não.... árabe!

Marcadores: ,

sexta-feira, abril 25, 2008

COWBOYS DIFERENTES

O que mais gosto em Varginha é de estar com o Kleber e o Juliano, meus primos de coração. É no mínino divertido, e nesse feriado não foi nem um pouco diferente. Normalmente conversamos sobre tudo sentados à mesa comendo muito (pra ficar gorda que nem uma broa) e nosso assunto favorito é filmes. O que tá passando aqui no Rio, o que os cinemas (mono) de lá resolveram passar e os filmes que eles pegam no DVD.
Então é quando o Kleber, um legítimo cowboy varginhense, com direito a sotaque carregado e a ouvir modão (te adoro, tá?!) me conta uma de suas últimas aventuras indo a locadora.
Ele disse que o rapazinho da locadora estava com um DVD novo nas mãos, que era lançamento, recém ganhador do Oscar e que ele ia deixar o Kleber alugar mesmo antes de catalogá-lo. Ou seja, ele nem ia colocar na ficha dele.
Sabe que filme era? "O Segredo de Brokeback Mountain".
Só sei que meu querido primo não passou da cena da tenda... hehehe

Marcadores: , ,

sexta-feira, janeiro 04, 2008

UM POST SOBRE O NADA









Há um episódio de Seinfeld onde o Kramer (sempre ele), resolve colocar as fotos de todos os moradores do prédio no hall de entrada, com o intuito de que todos passem a se conhecer e a interagir entre si. O que acontce é que todos passam a cumprimentar o Seinfeld com beijinhos e aquelas conversas chatas e intermináveis sobre o dia-a-dia. Essas coisas de vizinho que evitamos ao máximo.

Pois bem, nestas últimas semanas tenho me sentido como Jerry Seinfeld naquele episódio. Moro neste prédio há 7 anos e até hoje só possuía um relacionamento além de "olá" e "bom dia" com a Claudia que é minha amiga há mais de 20 anos, e sua família, claro. Então, eis que em outubro minha tia, que também mora aqui no prédio, cai e quebra o braço. Assim, todos os detalhes que se seguiram após esse episódio levaram à que ela fosse submetida a uma cirurgia uma semana antes do Natal.

Desde então todas as pessoas que moram no prédio e que sabem que sou sobrinha da "Dona Edna", me param na portaria ou me abordam no elevador, como se fossem minhas amigas de infância.

Antes que eu pareça antipática, deixa explicar que não me importo que as pessoas perguntem como minha tia está, acho simpático até. O problema é que elas não se contentam em perguntar só. Dão milhares de conselhos, indicam remédios (aliás, que diabos vem a ser cogumelo do sol?! Isso dá barato?) e por fim começam e fazer perguntas pessoais sobre mim.

Acho que preferia a minha foto na portaria com meu nome embaixo...

--
UPDATE: Minha tia está ótima! Já operou o braço e está fazendo fisioterapia.

Marcadores: , ,